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Lagarto, 20-08-2017

O lobisomem das Cacimbas

Joaquim Prata, 31 de março de 2013

Não se sabe, até hoje, como a feiura de Otacílio coube na formosura de Consuelo. Casamento feito ao gosto dos pais da moça. Para tal fim, não foi avaliado o tipo retaco do noivo, mas a sua aptidão para o trabalho e a sua honradez. Montado no Zaino Alazão consumia os dias no roçado de milho e no trato da vacaria mestiça. Já em Consuelo, tudo era beleza. Foi ainda de braço que havia chegado às Cacimbas. Sua família provinha das bandas do Buraco. O pai, tísico, no lugar encontrara melhores ares para a sua cura. A mãe, branca como a neve e de corpo hirto, na doença do marido, era a mulher e o homem da casa. O tempo gasto para o casamento foi de um ano. União abençoada pelas mãos piedosas do Padre Olegário que no furdunço do dia das bodas, sob o efeito do licor de Jenipapo, terminou por beliscar a região glútea de Dona Aurora, respeitável professora de Catecismo e virgem recatada. O gesto atrevido do pároco, fez dela assídua ao confessionário, já que todas as noites sonhava com ele despojado da batina e nu como havia nascido.

 No vigor dos dengos de recém-casados, Otacílio e Consuelo se entregavam um ao outro na melhor serventia. Acovilhados na rede do Ceará experimentavam uma madorna só interrompida para o café. Para Otacílio, o mundo lá fora que acabasse, Alcides Laçador, na sua ausência, que cuidasse da Santa Bárbara. Naquele momento, bastava-lhe o prazer da carne branca e tenra de Consuelo, e os seus deboches nos momentos das intimidades. Diziam-se tão intensos que provocavam uma laxação tal maleita de rio.

Durante a lua de mel, o velho sobrado – herança dos pais de Otacílio ao único filho – cerrara às portas da frente. Somente a do alpendre, que dava para o quintal, tinha uma banda aberta. Era por ali que Zulmira, velha criada, cega de um olho, todas as manhãs vinha trocar as flores do velho nicho de Santo Antão. Sempre rosas Amélia colhidas no canteiro da sua casa, contígua ao velho casarão da rua do Meio.

O viço daqueles dias havia transformado Otacílio numa figura terciopeluda. Batia-lhe nos ombros a vasta cabeleira revolta. Suas sobrancelhas, de tão espessas, pareciam se tocar. O que denunciava desleixo, para Consuelo era excitação, gostava de vê-lo assim, diferente dos outros, avaliou Dr. Romeu, médico de bicho, pelado que nem pinto novo; sem um tico de cabelo. Não incomodavam mais os comentários que saíam da bodega de Bigode d´Água: -“só se casou com o bicho pelo dinheiro e pelas terras da Santa Bárbara”, sentenciava Zé Gomes, invejoso e beberrão, com mulher sortida de filhos.

Finda a lua de mel, Otacílio retomou as rédeas da Santa Bárbara. Socado no eito comandava a cabroeira, só descansando quando a tarde morria avermelhada, tingindo de cinza os serrotes do Araçá.

Consuelo ficara nas Cacimbas, passava as noites entre o terço e as histórias de trancoso contadas por Zulmira. Vez por outra, ouvia-se o som da vitrola de Margarida na casa ao lado. Já Otacílio, se ausentava quase toda a semana, só pernoitando nas Cacimbas aos domingos, pois era o dia da missa e dos dengos na rede do Ceará. Na segunda, dia da feira, ao fim da tarde, ele juntava os seus teréns e no trote ritmado do Zaino Alazão tornava à roça, como assim gostava de chamar a Santa Bárbara.

Os dias longe da mulher faziam com que Otacílio pensasse na reforma da sede da fazenda, era só o inverno abrandar. Enquanto isso não ocorria, contentava-se em matar a solidão da noite, escanchado numa rede, acariciando a cabeça de “Capitão”, carneiro dado por um compadre do Lagarto para o casamento. Ali o bicho seria transformado em uma suculenta buchada. Por força do destino teve a vida poupada, caindo nos mimos de Otacílio.

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Fazia calor quando Naum Lira chegou às Cacimbas. Desceu da fubica de João Ford metido no terno diagonal branco, com o chapéu de panamá quebrado de lado. A gravata borboleta era preta e aprisionada ao colarinho duro da camisa creme. O sapato tinha a estirpe do cromo alemão, cujo bico preto se acasalava a um branco intenso. Resoluto tomou o rumo da pensão de Maroquinha. Orientado por Chico Banguelo, cria da casa, instalou-se no quarto da frente com vista para a bodega de Bigode d’Água- há pouco transformada em bar – e para o casarão de Otacílio.

A figura bem postada de Naum Lira contrastava com a gente simples e rude das Cacimbas. A sua presença havia provocado muita coscuvilhice, mas tudo coisa de poucos dias, pois logo estaria familiarizado com todos, até se tornara frequentador do bar de Bigode d’Água, chegando a proferir, naquele recinto, um breve discurso quando da inauguração da mesa de sinuca. Na efeméride, aproveitou a oportunidade para exibir os seus conhecimentos de latim adquiridos, ainda adolescente, como coroinha do convento da Piedade no Recife. Se as citações latinas e a novidade trazida por Bigode d’Água provocaram elogios de muitos, a mesma receptividade não havia com relação ao padre Olegário que, na missa dos domingos, tecia severas críticas a jogatina e a devassidão instaladas na sua paroquia. Referia-se, também, à abertura do bordel “Flor do Amor” iniciativa de Dalva do Lajão, antiga dançarina do circo Pajurá de trágico fim. O incêndio ali ocorrido havia merecido as manchetes dos jornais de Maceió. Sem eira nem beira e acompanhada por Aurelina da Paz, famosa na região de Propriá por seus apetrechos físicos, fincaram os pés nos baixios da rua da Ponta, nos pertences do Major Antero do Ingá, assíduo frequentador da casa, cujo prazer era assentar Aurelina ao colo e se chafurdar no seu pescoço, quando não se punha a madornar com a força do cafuné.

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Debruçada no parapeito da janela do andar de cima, Consuelo recebia a brisa fresca da tarde. Com os cabelos úmidos, sacudia os cachos doirados de um lado para outro como a enxugá-los. Na verdade, a janela era um dos seus divertimentos, pois sem Otacílio a sua vida parecia monótona. Contava na folhinha os dias para o inverno acabar. No amornar do verão partiria para a Santa Bárbara e aí tudo voltaria ao normal. Sentiria deixar a mãe, principalmente o pai, cuja doença o prendia ao leito, e concluía: “mulher tem que acompanhar o marido, sempre foi assim e assim mandava a lei de Deus.”

Se de um lado Consuelo se deliciava com a brisa da tarde, do outro, pela fresta da janela do quarto da pensão, Naum Lira a contemplava. Raras vezes vira tamanha formosura. Era só a tarde anunciar o crepúsculo e lá estava ele acompanhando cada gesto de Consuelo. À noite, ele se reservava para cortejar Dona Faustina, viúva virgem e bem apanhada, cujo marido, no dia do casamento, de tanto beber e comer, terminou estrebuchado no chão deixando escapar um fio de sangue pelo canto da boca, vindo a falecer. Fechada no luto, jurou não conhecer outro homem. Em vão se tornaram as investidas de Naum para tê-la todas as noites.

Com o passar do tempo Naum ia esquecendo Dona Faustina e se deixava envolver pela beleza de Consuelo. A discrição do início, agora dava lugar à ousadia. Vicejava nele a paixão que se transformava, aos poucos, num turbilhão incontrolável de desejo. Era o ímpeto da carne a sojigar os limites da razão. Tivera outras paixões, a última com a promessa de morte. Reclamar guarida nos ermos das Cacimbas, foi a solução encontrada por um colega, igualmente caixeiro viajante, de nome Rômulo Tavares. Ali, na vila, Naum estaria seguro como nos recôncavos da serra do Ingá.

O que a vila já sabia, chegou a Otacílio pela boca de Zulmira. O desassossego nele se plantou de modo a se transformar num desatino. Causava-lhe pânico a sensação de perda da amada; única razão do seu viver. A sustança para o trabalho agora dava lugar a uma lassidão que o prendia à velha preguiçosa de assento encardido, posta no vão do corredor da casa velha. Com Capitão a ruminar ao seu lado, Otacílio imaginava Consuelo presa aos braços de Naum de pronta partida para terras distantes. Ela fugiria às escondidas como uma raposa astuta. A ousadia do fulano reclamava pronta resposta. O almofadinha pagaria pelo atrevimento, tintim por tintim. Desta feita não precisaria da empreitada do compadre Bidão, ele mesmo faria o serviço. A mangação, segundo soube, que lhe faziam no bar de Bigode d’Água, daria lugar ao respeito, seria um cala a boca ao bando de desocupados e peçonhentos que matavam o dia entre o carteado, a cachaça e a bisbilhotice da vida alheia.

Em casa, Consuelo se martirizava. Com o fato, vivia como numa redoma. Em sua clausura, restringiu-se apenas a arte de bordar na talagarça presa aos bastidores de madeira emprestados por Margarida. O sonho para a santa Bárbara havia sido adiado por Otacílio, embora o inverno tenha passado há meses e o verão já estivesse a pino.

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Havia dias que Naum não saía do quarto. As refeições eram servidas através da porta que, ao ser aberta, dava apenas espaço à passagem do prato e da mão magra de Chico Banguelo. Lá dentro o silêncio era sepulcral, vez por outra escapava um cheiro acre que se mesclava ao do incenso queimado. Pelas frestas da porta, Chico Banguelo lobrigava uma luz tênue que parecia balançar ao sabor do vento. Para Maroquinha : “se não fosse pelos seis meses adiantados, já tinha botado Naum no olho da rua. O homem tem parte com o demo. Goza das intimidades do bicho rabudo”

Para Naum era coisa decidida, como se fosse uma sentença, Consuelo cairia nos seus braços. Não era debalde o preparo do incenso, das ervas e da reza forte. O rabudo nunca havia falhado. De pouca valia era o proceder de Zulmira ao interceptar as cartas postas embaixo da porta do velho sobrado. Ocultar-se na escuridão da madrugada após, sigilosamente, transpor a janela da pensão, tornara-se uma rotina para Naum. Contando com a discrição da noite deitava suas mandingarias no portão do cemitério encravado no fim da vila, ladeado por canafístulas e algarobas frondosas de ramagens secas pendentes sobre o muro de pedras esverdeadas. No compasso do vento, elas pareciam desenhar vultos estranhos sobre os túmulos esparsos.

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Enegrecida pelas densas nuvens que se acotovelavam para o Norte anunciando temporal. Àquela madrugada do último dia da quaresma se mostrava propícia à investida de Naum. Favorecido pelo temor de Consuelo e Zulmira pelos raios que riscavam o horizonte, ousou, protegido pela escuridão, se dirigir ao velho sobrado onde, sorrateiramente, planejava escalar o muro que o guarnecia, até deter-se nos aposentos de Consuelo. Ali, imaginava possui-la.

Os passos de Naum tinham um ritmo de marcha, eram firmes e pareciam favorecidos pelos coturnos de cano longo, cujos saltos de cobre tilintavam sobre os seixos rodados da rua do Meio. Não fosse o abrupto encontrão com Chico Banguelo que, aquela hora, deixara à pensão para fazer suas necessidades no beco da feira, tudo estaria nos conformes. Mas por infelicidade, Chico desatou a correr e a gritar provocando um verdadeiro rebuliço na madrugada. Aos curiosos, descreveu a assombração como vestida numa capa preta, parecia não ter cabeça, no lugar um capuz igualmente negro. A Naum restou acuar-se no cemitério. Com os primeiros pingos de chuva, amparou-se numa capela abandonada onde repousavam restos de caixões e ossos. Cobriu-se com uma manta que carregava debaixo da capa. Tentou uma madorna, mas em vão.

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Otacílio não consolidava o sono, o calor era sufocante. Madrugada longa, marcada pelo ribombar dos trovões. A quaresma iria terminar com chuva. Sentou-se na cama de vento, esfregou vigorosamente o rosto cabeludo. Do pote espetado no tronco forquilhado, tirou um caneco d’água que sorveu pela metade. Da sobra, lavou o rosto como para espantar o enfado. Um raio forte alumiou a madrugada decifrando a paisagem. Os primeiros pingos da chuva fizeram a terra seca exalar um cheiro forte que se espalhou por toda a Santa Bárbara. Cobriu os espelhos em respeito aos relâmpagos que pareciam não dar trégua. Caiu a refletir sobre a própria vida que, naquele momento, julgava sem rumo. Ficara sabendo da indignação de Consuelo, do seu sofrimento, pagando pelo que não fez. Lastimava não acatar as ponderações de Zulmira, insistindo pela sua volta ao velho casarão. Para ele, a questão se encerrava com os comentários que corriam pela vila, o disse-me-disse das esquinas. Embora já admitisse a fidelidade de Consuelo, sentia que, para muitos, a sua honra estava ultrajada, e só a limparia com sangue.

Enquanto isso, no dia seguinte, outra notícia não se ouvia nas Cacimbas, senão a do ente visto por Chico Banguelo. Excitado com o que vira, a cada informação pedida, descrevia a imagem da assombração de forma confusa. Por fim, Zé Gomes um especialista em tais assuntos, proferiu o veredito final: tratava-se de um lobisomem.

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Naqueles dias, a chuva intermitente inchava o Jacaré, fazendo-o sangrar pelas ribanceiras e se espalhar pelos descampados, escondendo a vegetação rasteira. A vila passara a se recolher, somente a bodega de Bigode d’Água mantinha meia porta aberta. O aguaceiro que descia da rua do Meio se precipitava até os baixios do Major Antero, inundando o “Flor do Amor, obrigando a suspensão das suas atividades. Naquele dia, nenhum dos comboieiros de Maruim, de rota batida para o Coité, iria se deitar com Dalva do Lajão, apenas se contentaria com o abrigo da pensão de Margarida e o sabor da sua cabidela de galinha.

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Ainda na capela do cemitério, Naum aguardava o momento propício para retornar à pensão. Seu corpo encharcado reclamava do frio. Lamentou o fracasso do seu plano, do escândalo patrocinado por Chico Banguelo. Amaldiçoou aquela voz efeminada espalhando o terror pela escuridão. Deitou no esconderijo a capa preta molhada e a manta encardida. Prometeu, a si mesmo, voltar na semana seguinte.

Já nos primeiros raios da manhã, aproveitando-se do recolhimento da vila, num passo apressado, chegou à pensão. Sua presença foi sentida quando um cheiro forte de incenso invadiu o corredor.

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Na Santa Bárbara, Otacílio, que há semanas não dormia, assuntava  o meio mais discreto para findar a afoiteza de Naum. O dia previsto seria uma segunda-feira. Assim, mal deu por si, viu a hora chegar. Selou o Zaino Alazão, recomendou a ordenha da vacaria  e, pela meia-noite, seguiu de rota batida para as Cacimbas. Protegido pela grossa capa colonial e pelo Ramezoni de abas largas trazia o velho fuzil atravessado às costas. Na cintura, o parabélum.

Na dita madrugada, a vila das Cacimbas via-se envolta em uma intensa neblina. Coincidência ou não, naquele dia, Naum resolvera, também, por em prática o seu plano. Do cemitério, partiu em direção ao sobrado de Consuelo com rara discrição. Os seus coturnos já não tilintavam tanto sobre os seixos rodados da rua do Meio. Caminhava devagar detendo-se em cada esquina. Já Otacílio chegou às Cacimbas pelos baixios do Major Antero. O encontro dos dois se deu no oitão do velho casarão. Otacílio tinha a fronte escondida pela aba quebrada do chapéu, deixando apenas de fora parte da barba embranquecida. A sua capa desabotoada expunha o parabélum no quarto. Naum, naquele momento, petrificou-se, tentou gritar por socorro, faltara-lhe a voz.  Otacílio, por seu lado, quando ao se deparar com Naum metido no seu disfarce negro, gotejou frio por todos os poros. Mesmo assim, levado pelo pânico, tremulamente, sacou do rifle e disparou: um gemido lúgrube varou a madrugada. A vila se encolheu aterrorizada. O padre Olegário, do seu quarto, persignou-se por três vezes: “ rosários bentos, rosários bentos, rosários bentos”.

O vento frio da madrugada assobiava intermitentemente. Os gemidos de Naum foram, aos poucos se transformando em pequenos uivos tal um cão ferido. A Sua pacholice verteu-se em sangue que se derramava formando um fio escarlate sobre as pedras da rua do Meio.

Otacílio, ainda não refeito do acontecido, apeou deixando o Alazão amarrado ao argolão da calçada. Com a chave que sempre carregava, chegou ao quarto de Consuelo. Sacou o parabélum e mirou o corpo adormecido da esposa. Ela ressonava pesadamente, pois há dias não havia pregado o olho, certamente pelos enjoos e os desejos estranhos que  vinha sentindo.

Ali, no quarto, marejaram os olhos de Otacílio. O remorso lhe invadiu de tal forma a consciência que, aos poucos, ele baixou a arma descansando-a sobre a coxa.

Passados alguns dias veio a saber que o ferido era Naum Lira, cujas tralhas ensanguentadas foram encontradas na capela abandonada do cemitério.

EPÍLOGO

Numa lanchonete da avenida Conde da Boa Vista, no Recife, Naum sorvia um suco de pitanga e contemplava no prédio à frente o letreiro de Neon, onde se lia: “Albuquerque Coelho & Representações.” – ali trabalhara como caixeiro viajante -. Dos seus olhos verteram dois fios de lágrimas, que se espalharam por sua face precocemente envelhecida.  Pagou a conta, tomou para si as muletas e, na avenida, desapareceu no meio dos transeuntes.

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Na Santa Bárbara, Otacílio que terminara a construção da sede nova, despachou Alcides Laçador até Santo André dos Brejos, para trazer Ana Aparadeira, pois Consuelo já estava com as dores de parir.

 

 Março de 2013 – Lagarto-Aracaju-Lagarto

Comentários:

4 respostas para “O lobisomem das Cacimbas”

  1. Genivaldo Gouveia disse:

    Um iguaria bem posta e servida em forma de conto/”causo”. Deliciei-me com sua narrativa. Pouco sei da vida comezinha e do burburinho cotidiano da Lagarto de antanhos, das histórias ao rés das oiças, dos cheiros e sabores experimentados, mas, pela sua elaboração literária, me chegam tímidos e sorrateiros aos sentidos.
    Parabéns, por ser esta pessoa de fino trato e de escrita cativante.

  2. Antonio José Monteiro Rocha disse:

    Prezado amigo Joaquim
    Essa “empresa de representações” Albuquerque e Coelho” tem algo a ver com algumas pessoas que guardam parentesco e que fazem parte da vida dos lagartenses? Lembrei-me do colega Rubens Coelho e do Mons. Jason Barbosa Coelho…

  3. Paulo Nogueira Fontes disse:

    Caro Joaquim! Gostei bastante da estória e espero que seja amplamente divulgada e lida por todos aqueles que gostam de uma narração de algum “causo” que você soube muito bem nos trazer. Espero que outras estórias venham para nos alegrar e encantar e nos trazer à lembrança coisas antigas da nossa Lagarto.

  4. Vauberio O. Cézar disse:

    Compadre, és realmente um gênio no que concerne à narrativa das suas histórias bem boladas. É de uma perfeição tamanha, que daria uma ótima minissérie global. Parabéns e continue nos brindando com suas criatividades.

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